domingo, março 26, 2017

Saturday Night Live, 1981: John Belushi consegue que os Fear actuem em directo. O estúdio é aberto aos fãs da banda. Os Fear ficam proibidos de voltar a actuar no SNL. A actuação fica para a História.

Levaram-nos uma hora, sem ai nem ui.
E ainda há quem nos diga livres.

sexta-feira, março 24, 2017

Depois de ter sido exibido na segunda-feira, inserido na competição internacional, o nosso GARATUJO volta a passar na Monstra, desta vez na sessão Prémio SPAutores - Vasco Granja, junto com mais 12 curtas-metragens nacionais. É hoje às 22h no Cinema São Jorge.

Os Inusitados Mistérios do Detective Patavina

Na senda dos grandes mestres da literatura policial, como Rex Stout, Dashiel Hammett e Inspector Varatojo, chegam agora à TSF os Inusitados Mistérios do Detective Patavina.
Ouçam aqui.

Mete mais alto #528

Melismática bizantina:
composições da abadessa Kassiani (805 ou 810 - 865).

Putin canta "Creep" dos Radiohead

quinta-feira, março 23, 2017

5 x Kelley Jones




BERNIE WRIGHTSON: An Appreciation, by Kelley Jones

A Master salutes a Legend - leiam aqui.

Claudia Cardinale
por Pierluigi Praturlon

Cartaz soberbo. Agora é esperar que o filme corresponda.























(click para aumentar)

Rejubilai: vem aí livro novo do Bruno Vieira Amaral.

quarta-feira, março 22, 2017

É hoje!

Ensaio solidário de "Dois Homens Completamente Nus". Se correrem, talvez ainda consigam bilhetes. 21h30 no Teatro Villaret. Abraço e muita merda para os amigos Miguel Guilherme, Jorge Mourato, e toda a equipa!

5 x Bernie Wrightson

"It will make the women scream and the little bambinos are gonna freak out."

Farinelli (1994)

O acto solidário de assinar de cruz

Anteontem aprendemos que se pode comer gelados sem ser com a testa. E ontem aprendemos a usar os directos da CMTV quando o José Sócrates vem a sair do DCIAP como alternativa ao yoga e à meditação zen transcendental. E hoje vamos aprender como é que uma ministra assina o decreto-lei que permitiu a resolução do BES sem sequer o ler - aqui.

terça-feira, março 21, 2017

O comportamento e as declarações de algumas figuras ligadas aos centros de decisão andam a facilitar muito qualquer trabalho de comentário político e social que se possa fazer. Por exemplo, quando se ouve o Jeroen Dijsselbloem obrar que os países do Sul não podem gastar o dinheiro todo em mulheres e copos, não há muito mais que se possa dizer para além de "Que idiota". É por isso que, quando surge aquela conversa de termos de ouvir pontos de vista diferentes do nosso, há que relativizar. Há pontos de vista que não vale a pena discutir, porque não são pontos de vista, são palas para os olhos que gente como o Dijsselbloem tem e que, mais grave ainda, nos quer impingir. Argumentar com Dijsselbloem e afins requer um nível de ignorância que contamina, à partida, qualquer questão.

Alex Ross

A obscuridade é o refúgio da incompetência

"Rodin morreu mais ou menos na altura em que o mundo começou a sacudir a sua tampa. Os seus sucessores notaram as coisas fantásticas que ele tinha feito com luz, sombra e material e composição e copiaram essa parte. O que eles não conseguiram ver foi que o mestre contava histórias que revelavam o coração humano. Desdenharam pintar ou esculpir essas histórias... e apelidaram tal trabalho de literário. Partiram todos para as abstrações. (...) O desenho abstracto está correcto: para papel de paredes ou para linóleos. Mas a arte é o processo de invocar piedade e terror. O que os artistas modernos fazem é masturbação pseudo-intelectual. Arte criativa é uma relação sexual em que o artista emociona a sua audiência. Estas senhoras que não se dignarão fazer isso... ou não podem... perderam o público. O indivíduo vulgar não comprará «arte» que o deixe insensível. (...) Uma pessoa tem de aprender a olhar para a arte. Mas cabe ao artista usar linguagem que possa ser entendida. Muitos desses brincalhões não querem usar uma linguagem que tu e eu possamos aprender; preferem escarnecer porque nós não «conseguimos» ver aquilo que eles querem dizer. Que não é nada. A obscuridade é o refúgio da incompetência."

- Jubal Harshaw, o alter ego do próprio Robert A. Heinlein n'"Um Estranho numa Terra Estranha" (1961) e em alguns outros livros.

#repost

Porque é dia mundial da poesia:

A Favola da Medusa apresenta "Então e o Caniche?" a partir da "Poética" de Aristóteles

Parte I - Dissertação sobre a superioridade da tragédia
Parte II - O belo

Miguel Martins - Orador
Filipe Homem Fonseca - Piano
José Anjos - Bateria

Gravado ao vivo no Bar do Teatro A Barraca
21 de Agosto, 2015

segunda-feira, março 20, 2017

O Garatujo vive!

Estreia hoje na MONSTRA a curta-metragem de animação GARATUJO que escrevi e para a qual fiz, com a minha pandilha d'A Favola da Medusa, a banda sonora e a sonoplastia.
Tudo começou há uns anos, quando o Pedro Brito, amigo e realizador com o qual já tinha feito a curta SEM RESPIRAR, me contactou para ver se eu tinha ideias para curtas. Das duas de que lhe falei, decidimo-nos por esta, que já tinha praticamente escrita, pela história em si e pela oportunidade, dada pelo universo onde decorre, que daria ao Pedro de explorar diferentes estéticas de animação. A premissa é muito simples: para onde vão as ilustrações mal desenhadas, aquelas que se deitam fora?
Durante a finalização do guião propriamente dito, pensei que seria adequado que o narrador falasse em rima, e as coisas começaram a alinhar-se para que esta fosse uma curta bastante diferente do trabalho que tínhamos feito no passado. O Pedro juntou os talentos da Rita Silvestre e do Osvaldo Medina e, passado uns meses, voltou a ligar-me com uma ideia: e se fosse A Favola da Medusa a fazer a banda sonora? Pareceu-nos que fazia, de facto, todo o sentido, e no meio de uma vaga de calor do ano passado, eu, a Ana Isabel Dias, o Miguel Martins e o Mário Rua passámos dias intensos no estúdio do João Penedo a gravar o que é uma das mais complexas peças d'A Favola.
Para a voz do narrador, o nome do José Anjos surgiu como escolha óbvia (a versão inglesa é narrada por Jon Moni, numa brilhante tradução de Melinda Eltenton). Estavam agrupados todos os elementos para fazer deste GARATUJO uma curta da qual todos nos orgulhamos muito, e que poderão ver hoje às 22h no Cinema Ideal.
Uma produção Animanostra, do caríssimo Humberto Santana, que não vai daqui sem um obrigado pelo entusiasmo e confiança demonstrados durante o processo.

Fight da Powa!

Mete mais alto #527


Barney Kessel - Guitarra
Jim Richardson - Baixo
Tony Mann - Bateria
1979

Mete mais alto #526


Eve Risser - Piano
Joris Rühl - Clarinete
@ festival le bruit de la musique
Capela de Saint-Silvan sous-Toulx
18 de Agosto, 2013

(Obrigado, Miguel)

Mete mais alto #525


Live @ Reeperbahn Festival
29 de Setembro, 2007

sábado, março 18, 2017

Mete mais alto #524


Joe Pass & Ella Fitzgerald - Duets in Hannover, 1975

Alinhamento